07.09.2013

Fone de ouvido, torpedos e viva-voz ao falar no celular

1377498_16940838E a radiação do celular, é nociva para a nossa saúde? O assunto é controverso. Alguns pesquisadores acreditam que não. Outros, que sim. É o caso do professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e engenheiro Álvaro Salles.

Para ele, fone de ouvido, torpedos e viva-voz são recursos que os usuários de telefonia móvel deveriam usar mais – em nome da sua saúde. Ele alerta para uma classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), de maio de 2011, que aponta as radiações não ionizantes como possivelmente cancerígenas. Isso envolve aquelas emitidas por aparelhos celulares, Estações Rádio Base (ERB), Wi-Fi, bluetooth, rádios e televisão, entre outras.

“Os resultados de pesquisas epidemiológicas são demorados, até porque o período de latência de determinados tipos de tumores é longo, de 10 anos. Por isso, essa recomendação deveria ser tratada com mais seriedade pelo poder público e pela indústria de telefonia”, alerta.

Para quem pensa em prevenção, Salles sugere manter o celular o mais longe possível de qualquer parte do corpo. E cita um estudo feito por um pesquisador americano, que descobriu que, a cada 1 milímetro que o usuário afasta o celular do corpo, a exposição se reduz de 10% a 15%. “A distância é nossa amiga e o tempo inimigo. Ou seja, quanto mais longe melhor e, quanto mais tempo durar a exposição, mais nociva poderá ser”, relata.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.
Campos obrigatórios são marcados com *

Criado por Targeteria